Após análise biológica feita pelo Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Técnico Científica de São Paulo, a corporação acredita oficialmente que as amostras de sangue colhidas no dia em que a garota Isabella Nardoni foi atirada da janela do sexto andar de um edifício da capital paulista, em 2008, é mesmo do pai, Alexandre, e da madrasta, Anna Carolina Jatobá. As provas foram retiradas no dia do crime e guardadas no instituto e finalmente comprovadas após os acusados pela morte da criança terem fornecido elementos genéticos deles próprios na cadeia. A defesa do casal não gostou do resultado e o contestou, afirmando que quer que outro laboratório analise o sangue guardado no instituto para haver a certificação de que se trata do material biológico de Alexandre e Anna Carolina.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
SANGUE COLHIDO NO DIA DO CRIME É DO CASAL NARDONI
Após análise biológica feita pelo Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Técnico Científica de São Paulo, a corporação acredita oficialmente que as amostras de sangue colhidas no dia em que a garota Isabella Nardoni foi atirada da janela do sexto andar de um edifício da capital paulista, em 2008, é mesmo do pai, Alexandre, e da madrasta, Anna Carolina Jatobá. As provas foram retiradas no dia do crime e guardadas no instituto e finalmente comprovadas após os acusados pela morte da criança terem fornecido elementos genéticos deles próprios na cadeia. A defesa do casal não gostou do resultado e o contestou, afirmando que quer que outro laboratório analise o sangue guardado no instituto para haver a certificação de que se trata do material biológico de Alexandre e Anna Carolina.
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