quinta-feira, 1 de abril de 2010

BAHIA DECEPCIONA CONTRA A GRIPE A

Levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta (31) indica que a Bahia segue abaixo da expectativa quando o assunto é a vacinação contra a Gripe A. Segundo os dados, 331.422 crianças entre seis meses e dois anos de idade deveriam ter sido vacinadas desde o início do ano, mas apenas 48.368 delas receberam a imunização. Já entre as grávidas, o desempenho é ainda mais decepcionante, com menos de 10% das mulheres vacinadas. Das 286.997 gestantes enquadradas, só 21.668 receberam a vacina. Médicos indicam que a maioria das pessoas que evita a vacina declara que tem medo dos efeitos colaterais das injeções. Entretanto, a vacina é segura, com baixa possibilidade de trazer prejuízo para o corpo humano. No próximo dia 5, a terceira etapa da vacinação terá início em todo o Brasil. As informações são do Correio.

1 comentários:

emerson disse...

As pessoas estao acordando para a realidade: que a gripe é branda, que a vacina nao é tao segura quanto a OMS e o ministério da saúde afirmam e que os laboratórios farmaceuticos tiveram grande influencia sobre a OMS para diminuir o criterio para proclamar a pandemia nível 6 e a recomendacao para vacinar todos os países.


Foi comprovado que nos países que nao vacinaram nao houve mais mortes do que naqueles que se vacinaram:

http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/diario-digital-de-portugal-gripe-ah1n1.html

"Houve uma manipulação e uma encenação por parte da OMS", acusou a eurodeputada ecologista francesa Michèle Rivais, que disse que a gripe A foi "a crônica de uma pandemia anunciada sob a qual se esconderam interesses econômicos da indústria farmacêutica".

A ministra polaca da Saúde, Ewa Kopacz, sublinhou que os governos "não devem ser reféns dos laboratórios", explicando que a Polónia decidiu recusar encomendas de vacinas contra a pandemia por causa das condições impostas pela indústria, que pareceram "pelo menos duvidosas".

Kopacz referiu que os laboratórios recusaram assumir responsabilidade por quaisquer efeitos nefastos das vacinas.

A ministra da polonia frisou que não só se registaram menos mortes por causa do vírus H1N1 do que por causa da gripe sazonal, como os países que não fizeram campanhas de vacinação não tiveram mortalidade maior.

Veja tambem:
http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/opiniao-de-profissionais-altamente.html